Mostrando postagens com marcador Go On. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Go On. Mostrar todas as postagens

Go On | Review - There's No Ryan In Team - S01E03



Vou começar indagando: será que inverteram esse episódio com o anterior? Bem a série continua numa crescente, e até agora ainda não consigo dizer que não gostei, e vai precisar de uma cagada bem grande pra eu resolver dizer isso.
Só eu achei estranho que nesse episódio o Steven (chefe do Ryan, e melhor amigo) age como se não conhecesse anteriormente o pessoal do grupo?! Sei lá, no episódio anterior ele até foi na casa do George. Estranho. Mas, vamos deixar as tecnicidades para os chatos, e vamos focar na história.
Foi um episódio sobre coragem para Ryan. Coragem de aceitar, respeitar e apresentar seus novos amigos do grupo ao seu universo. E coragem de contar ao seu jardineiro que a patroa, que ele tanto idolatra, está morta. Foi um episódio bem denso, visto os outros, mas caiu como uma rede pra mim. Essa minha fase deprê que tá voltando tá me fazendo olhar à série com uma nova visão. E agora, cada vez mais, posso falar pela primeira vez isso em voz alta: TÔ ACHANDO TUDO MEIO PARECIDO COM “THE BIG C”. Não que isso seja ruim. Pelo contrário. É só uma constatação.
A frustação de Steven em ver que Ryan não consegue se abrir totalmente com ele, como ele acha que o faz com o grupo é chocante. Até infantil. Mas, rendeu um bom episódio. As tentativas em vão de se aproximar são hilárias.
Mas acho que nada ainda vai barrar todo o relacionamento de Ryan com o grupo, esses momentos continuam sendo o auge do episódio. E o plot deles desafiando ele ao perguntarem o porquê de não terem sido apresentados aos outros amigos de Ryan, foi muito bom.
Se a série continuar assim creio que ganha sobrevida, mas confesso que começo a me preocupar se ela vai conseguir manter o ritmo, e principalmente se vai ter história pra muitas temporadas. Prevejo só três temporadas se ela vingar. Voltando ao assunto, não gostaria de vê se tornando um THE BIG C, que perdeu a oportunidade de encerrar bem na terceira. Vamos esperar e conferir.
Até a próxima.

Escrito por: Dheimison Airton

Go On | Review - He Got Games, She Got Cats - S01E02



E eu pensando que a série não poderia me surpreender mais - olha o dramático -, tive que absorver a tapa na cara que foi esse episódio.
Vou dividir a review em três partes: a primeira centrada na luta de Ryan pra não ficar só, levando a sua secretária, Carrie, quase que a um suicídio social. A outra focada na loucura da personagem mais fofa do grupo de terapia: Sonia. Por fim: GEORGE!
Quão ridículo você parece se deixar de sair com seus amigos, para ficar ajudando seu chefe a encarar seus fantasmas? Acho que só seria pouco se considerássemos que você, pra não ficar enfornada dentro do escritório, o levasse junto pra balada. Ou pior, ele aparecesse sem ser convidado e apagasse totalmente sua presença ali, só porque é um locutor famoso. É justamente essa a situação mais lindamente engraçada do episódio. A invasão da intimidade de Carrie é o que dá origem a relação mais graciosa da série por enquanto. Não fica muito explícito se anteriormente eles já eram “parceiros de birita”, mas se fossem, a partir desse momento, a relação teria evoluído para amizade. Compreensão e sentimento puro.
Agora, é bem como a Lauren fala: “Não dá pra resolver problemas em 30 segundos”. E pra mim, essa foi a grande lição do dia. Sonia e seu problema emocional garantiram boas e maravilhosas risadas. Eu que não sou muito fã de gatos fique toda hora pensando: não para de gato não??! Onde isso vai parar. E realmente, temos essa mania de colocarmos sempre nossas emoções para dentro, escondê-las, substituí-las por novos vínculos, ou até objetos. Isso foi bem colocado no episódio.
George está começando a me conquistar com suas tiradas. E neste episódio ele colocou as manguinhas de fora e fez-me dar boas gargalhadas com seus comentários, muitas vezes equivocados.  E o comentário inicial da sessão foi uma das melhores tiradas, a lá Sue Sylvester. E a cena final com todo aquele ar de sentimentalismo, me arrancou as primeiras lágrimas dedicadas a série. YES, I CRIED.
Até a próxima.

Escrito por: Dheimison Airton

Go On | Review - Pilot - S01E01



Nem vou começar falando que só comecei a assistir a série graças ao Matthew Perry. Ainda acho que ele é o mais injustiçado de todos os F.R.I.E.N.D.S.
Realmente achei a série uma grande descoberta. Um tema tão batido como a recuperação de um luto, parecia que faria da série mais um fracasso do eterno Chandler. Não foi. Nem em audiência, nem em falta de criatividade. A série consegue fornecer todos os ingredientes de uma dramédia americana: morte, recuperação, amigos, boas tiradas, um protagonista cheio de si...
Neste primeiro episódio vemos como Ryan King (Perry) está enfrentando toda a dor de perder o grande amor de sua vida. Nos mostra um plot de volta ao trampo de forma mais engraçada possível, ainda não me recuperei da cena em que ele joga o bolo de aniversário de uma funcionária, pensando ser um bolo dedicado a ele por “pena”. É claro que a rede resolve aceitá-lo, com uma condição: TERAPIA (bem que a terapeuta poderia ser a Krudow – SONHO!).
No começo das sessões ele duvida que aquilo possa ajuda-lo, fazendo uma espécie de jogo (onde cada paciente teria que contar uma história mais triste que a do outro para ganhar – impagável) para afirmar isso. É na ridicularização das sessões que a série cresce. O “no sense” de Ryan conquista cada vez o espectador. E a cada nova aparição, vemos que a terapeuta do grupo, Lauren, é a que mais precisa de ajuda ali.
Mas, acho que apesar do Mattthew estar presente ali, quem mais vai me surpreender e focar na minha atenção é o Owen, interpretado pelo eterno Chris (Everybody Hates Chris) Tyler James Williams. O personagem é o mais denso da série, e por este motivo nos sugere que vai ser o melhor explorado dentre os demais coadjuvantes. Não que isso tire o brilho, charme e graça de cada um daqueles personagens do grupo.
Ao ver um entrevistado seu dirigindo falando ao telefone, é que percebemos o quão grande é a dor pela perda de sua esposa. E neste momento ele próprio começa a perceber isso. Começa a encarar as sessões como algo sério, e conta a verdadeira causa da morte de sua esposa (trolagem legal aquela que ele faz anteriormente com a Lauren, ao contar como foi a morte de sua mulher, eu morri de rir).
Terminamos o piloto com uma das cenas mais sensacionais da tv americana, quem dirá mundial. Eles perseguindo o carro do google é incrível. Engraçadíssimo. E ao mesmo tempo tocante.
Resumindo: minha nova série, logo eu que prometi não pegar nenhuma nova série essa fall season.
Até a próxima.

Escrito por: Dheimison Airton
 
Alguém Disse Na TV © 2011 | Designed by Ibu Hamil, in collaboration with Uncharted 3 News, MW3 Clans and Black Ops